EXPOSIÇÃO DE JEAN MICHEL BASQUIAT NO CCBB BRASÍLIA
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Entre os dias 21 de Abril e 01 de Julho, acontece a Exposição de Jean Michel Basquiat, no Centro Cultural Banco do Brasil, em Brasília. Confira!
Data: de 21 de Abril a 01 de Julho, Terça a Domingo
Hora: Das 9h às 21h
Local: CCBB – SCES Trecho 2

SOBRE

O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB DF) preparou um presente muito especial para celebrar o aniversário de cidade. A capital receberá de presente, a partir de 21/04, a maior exposição de Jean-Michel Basquiat já realizada na América Latina. Depois do grande sucesso de público e crítica no CCBB de São Paulo, o acervo de mais de 80 peças – entre quadros, desenhos, gravuras e pratos pintados – será apresentando nas galerias do CCBB DF até 01/07, com entrada gratuita. A curadoria é de Pieter Tjabbes e a mostra seguirá ainda para o CCBB Belo Horizonte e para o CCBB Rio de Janeiro.

A vinda desse acervo ao Brasil, para quatro capitais, levou cerca de dois anos de negociações, depois de uma disputa entre vários países, entre eles Coreia do Sul, Japão e Rússia. A retrospectiva Jean-Michel Basquiat foi concebida com obras da família Mugrabi, dona das maiores coleções de Basquiat e também Andy Warhol. A incrível coleção chega ao país graças à ação conjunta do Banco do Brasil e da produtora Art Unlimited, com patrocínio da BB Seguros, da BrasilCap e do Grupo Segurados Banco do Brasil e Mapfre.

“A iniciativa de apresentar a maior retrospectiva do trabalho de Basquiat na América Latina, em quatro capitais brasileiras, ao longo de um ano, com ingressos gratuitos, reforça o compromisso do Banco do Brasil na formação do público para as artes visuais, no acesso à cultura e no valor da diversidade”, afirma Alexandre Alves de Souza, diretor de Marketing do Banco do Brasil.

Empresa que concentra os negócios de seguros, previdência, capitalização e planos odontológicos do Banco do Brasil, a BB SEGUROS também reforça que “o patrocínio à exposição fortalece seu posicionamento de companhia fomentadora da democratização da cultura no País”, como explica seu diretor, Sergio Augusto Kurovski. “O patrocínio é uma forma de oferecer à sociedade a experiência de acessar obras tão importantes nos Centros Culturais Banco do Brasil”.

Sobre Jean Michel Basquiat

Basquiat nasceu em 1960 e morreu jovem, aos 27 anos, de overdose. Seu pai era haitiano e, sua mãe, descendente de imigrantes porto-riquenhos. Desde muito cedo, foi reconhecido como um garoto excepcionalmente inteligente. Influenciado pela família (com a qual viria a ter problemas no fim da adolescência, deixando a casa e vivendo até alguns dias como um sem teto), rapidamente aprendeu, além do inglês, francês e espanhol, e foi incentivado a desenvolver seu talento para as artes.

Leitor compulsivo, ainda criança foi atropelado quando brincava nas ruas do Brooklyn (EUA). No acidente, um de seus braços foi quebrado, e seu baço teve de ser extraído. Durante o longo período de recuperação, sua mãe deu-lhe um exemplar do livro Gray’s Anatomy, um atlas de anatomia humana do século XIX que influenciaria seus trabalhos artísticos mais de uma década depois.

Quando morreu, em 1988, Basquiat era uma estrela do cenário artístico de Nova York. Sua produção, marcada pelo uso, muitas vezes, de materiais simples, como papel comum, colagens, cópias reprográficas e a combinação de imagens humanas (com frequência inspiradas no livro de anatomia que sua mãe lhe deu) e palavras, atraía a atenção de críticos, curadores e, não menos importante, de compradores. Visitar o ateliê do artista era um evento explorado por seus galeristas, que conseguiam com isso alavancar o interesse pela novidade e pelos novos trabalhos de Basquiat.

Recentes exposições em Nova Iorque, Milão, Roma e Londres têm valorizado ainda mais sua produção e suas obras – no ano passado, uma tela sua, Sem título (1982), foi vendida por mais de US$ 110 milhões de dólares num leilão, fazendo deste trabalho a mais cara obra de arte norte-americana já vendida. Em 2018, além do Brasil, Alemanha (Frankfurt) e França (Paris) receberão mostras representativas do artista.

Basquiat foi também um raro artista negro de sucesso, no contexto das artes plásticas, em um universo predominantemente branco. Em sua breve carreira, Basquiat trouxe à tona a negritude e as vicissitudes e traumas experimentados pelos negros nos EUA. “Eu percebi que não via muitas pinturas com pessoas negras”, explicou o próprio Basquiat, fazendo um adendo depois: “o negro é o protagonista da maioria das minhas pinturas”.

INGRESSOS

  • Evento Gratuito

MAIS INFORMAÇÕES

  • Telefone: (61) 3108 7600
  • Classificação: Livre
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